06
fev

Fisioterapeuta Santista dá dicas de como empreender com sabedoria

Recentemente coloquei no nosso grupo no Facebook um post que dizia assim: “Quem é a empreendedora que você convidaria para tomar um café?” 

Nosso Café foi virtual e recheado de modelos de comportamentos que podem e devem ser espelhados por outras mulheres que pretendem iniciar um negócio ou mesmo repensar seus comportamentos e ações na expansão do seu empreendimento. 

 

(Dra Patricia Teixeira Fisioterapeuta/ Divulgação)

” … quando se tem uma visão

as dificuldades se tornam menores

e a gente vai criando saídas”

Um convite para um Café com uma empreendedora pode render muitos frutos, inclusive boas experiências. Algumas empreendedoras foram marcadas e então, convidei a Patrícia Teixeira – uma empreendedora da área da saúde e bem estar.

Ao iniciarmos o papo já ouvi logo de fundo um “chorinho de bebê” … Que surpresa poder entrevistar mamãe com o seu pequeno ao lado. 

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Vamos lá! Me conte um pouquinho do que você faz.

Eu sou Fisioterapeuta, Acupunturista. Atualmente me especializei em olhodiagnose (uma técnica que mostra através dos olhos como está o funcionamento do organismo), faço trabalhos de equilíbrio pelo som e RPG, tudo voltado para a reabilitação.

Você tem algum espaço? É um negócio formalizado?

Sim. Há um espaço, uma clínica onde também faço locação de salas. Além de mim há uma outra fisioterapeuta que também trabalha com acupuntura e mais duas profissionais que trabalham com Reiki e florais. Tenho logotipo, tudo estruturado. 

Como foi o passo para se tornar uma fisioterapeuta. Você sempre quis ser fisioterapeuta?

Sou formada desde 2005. Sempre quis ser. Tenho uma irmã médica, mas eu nunca quis ser médica.  Minha irmã me levou na faculdade de medicina para conhecer um pouco da área, mas os testes vocacionais me ajudaram nesta escolha.

Como foi a sua trajetória assim que se formou?

Trabalhei com estética e me especializei em Neuro pela USP e Acupuntura. Gosto muito de trabalhar com idoso e reabilitação. Hoje, meu público vai de crianças até idosos. Após a formatura fui convidada por uma amiga para participar de um projeto no Sindicato dos Funcionários Públicos em Praia Grande, mas sempre atendi à domicílio. Lá trabalhei por meio período e no outro período fazia os atendimentos. Depois trabalhei na Beneficência Portuguesa e também continuei atendendo na casa dos pacientes, até que consegui partir para um consultório.

Qual era a visão empreendedora que você tinha na faculdade?

Na faculdade não via formas de empreender, mas hoje eu tenho outra visão. Quando parti para o consultório fui apenas com um paciente, todo o meu trabalho era feito com atendimentos à domicílio onde tinha muitos pacientes. Hoje deixei de fazer atendimentos na casa dos pacientes. 

Como você fazia a divulgação do seu trabalho? Como se fazia conhecida?

Fiz muita divulgação. Trabalhei na área da estética e fazia dinheiro nesta área. Tinha muitas pacientes no campo da estética. Sempre procurei fazer um trabalho bem feito. Hoje, atendo pacientes que acabam levando toda a família para eu atender. 

Qual foi a sua maior dificuldade?

Nunca tive muita. Sempre fui muito controlada no financeiro. Atualmente tenho o meu próprio espaço. O aluguel era mais difícil porque sempre ia aumentando e também porque sempre trabalhei sozinha. Altos e baixos sempre temos, mas nunca passei tanta dificuldade. Tenho e conheço colegas profissionais que desistiram. 

A que você atribui esta “facilidade”?

Batalhar, divulgação. O trabalho boca a boca me ajudou bastante e o apoio da minha família. Sempre anunciei em jornais de bairro, na revista que vinha dentro de um jornal de grande circulação na cidade. Hoje divulgo apenas no Facebook e no Instagram. Contratei uma agência este ano. Sempre tive muito resultado nas mídias, mas quando eu fazia sozinha tinha pouco retorno.

O que é preciso para uma pessoa ser considerada uma empreendedora?

Batalhar, correr atrás, conquistar, estar sempre pensando em novidades, em crescer.

Além dos seus cursos de especialização na sua área você fez algum curso voltado para gestão de empresas, empreendedorismo?

Só fiz um curso de gestão em saúde, nunca fiz de empreendedorismo, mas acho que preciso. Não fiz de marketing digital, mas fiz o meu próprio site, o Insta e o Facebook. A gente não sabe tudo, mas é preciso ter noção. 

Você trabalha com metas? Pautou sua vida em metas?

Acho que sempre tive uma meta a curto e longo prazo.

E quanto ao planejamento?

Meu pai é engenheiro e sempre me passou essa visão. Ele dizia: “Não conta só com o dinheiro do mês. Tire uma média de três meses, pelo menos”. Meu pai me ajudou a fazer planilhas onde sempre as alimentava. Eu tenho amigas, por exemplo, que nem sabem o que entra e o que sai.

Excelente estes seus comportamentos e estas ações que utilizou desde o início da sua carreira profissional. Te ajudou e muito a ter uma visão e como, onde e quando chegar até onde chegou. 

Sim, quando se tem uma visão as dificuldades se tornam menores e a gente vai criando saídas.

O que você quer para 2018?

Hoje a minha prioridade é o meu filho e o trabalho, mas reduzido. Após o nascimento do Daniel, voltei a trabalhar depois de seis semanas. Mas eu quero ver o consultório girando com grandes pessoas e grandes profissionais. Quero ver o consultório se pagar.

Gostei muito de conversar com esta grande mulher que, em algum momento, na entrevista se deu conta de que era alguém que empreende. Tais comportamentos e ações podem são considerados com comportamentos universais de empreendedores. Fique de olho em suas metas, com as características e comportamentos que possui você pode alcançar muito mais. 

Se você quiser conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Dra Patrícia Teixeira, Fisioterapeuta e mamãe do Daniel acesse o seu site e não esqueça de curtir a sua fanpage

Quero tomar um Café com você também!

Um abraço e uma xícara de Café!

Patrícia de Almeida I Coach de Empreendedoras e Fundadora do Café com emprendedorismo